Guia completo, seção por seção, com exemplos redigidos de problema, justificativa, objetivos e metodologia — e um modelo com a estrutura já criada para você preencher com o seu texto. Grátis para montar e formatar. R$ 5 só para baixar o .docx.
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GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2022.
3Pré-projeto de pesquisa é o esboço preliminar de um estudo acadêmico: um documento curto que apresenta tema, problema, justificativa, objetivos, metodologia e cronograma antes de a pesquisa começar de fato. Ele existe para responder a uma única pergunta — essa pesquisa merece ser feita e é possível fazê-la? — e é com base nele que o orientador aprova o seu tema de TCC (ou pede ajustes), ou que a banca de um programa de pós-graduação decide se você segue no processo seletivo.
Por ser um esboço, o pré-projeto é intencionalmente flexível: o recorte pode mudar depois da primeira conversa com o orientador, a metodologia pode ser refinada e o referencial teórico ainda será ampliado. O que ele precisa demonstrar, desde já, é que existe uma pergunta clara, uma razão para respondê-la e um caminho viável para chegar à resposta dentro do prazo disponível.
Um detalhe que confunde muita gente: em editais de mestrado e doutorado, o mesmo documento aparece com o nome de anteprojeto de pesquisa. Pré-projeto e anteprojeto são sinônimos — mudam o nome, não a estrutura. Se o edital pede um anteprojeto, tudo o que você vai ler nesta página vale igualmente.
A diferença é de momento e de compromisso. O pré-projeto pertence à fase exploratória: é um esboço inicial, aberto a ajustes, cujo papel é conseguir a aprovação do tema. O projeto de pesquisa vem depois: é o plano detalhado e definitivo do estudo, com metodologia fechada, instrumentos definidos e prazos firmados — e ele, sim, é regido por uma norma própria, a ABNT NBR 15287.
| Aspecto | Pré-projeto | Projeto de pesquisa |
|---|---|---|
| O que é | Esboço preliminar do estudo | Plano detalhado e definitivo |
| Momento | Fase exploratória, antes da aprovação do tema | Após a aprovação, antes da execução |
| Nível de detalhe | Panorâmico e flexível, aberto a ajustes | Fechado: métodos, instrumentos e prazos definidos |
| Norma que rege | Sem norma própria; herda a estrutura da NBR 15287 | ABNT NBR 15287:2025 |
| Extensão típica | 3 a 10 páginas (TCC); 5 a 15 (pós-graduação) | 15 a 30 páginas, conforme a instituição |
| Para que serve | Aprovar o tema ou concorrer a uma vaga | Guiar a execução da pesquisa até o fim |
Uma coisa os dois têm em comum: a redação no futuro. Como descrevem uma pesquisa que ainda vai acontecer, ambos usam construções como "será analisado", "serão entrevistados", "os dados serão coletados". Se o seu pré-projeto já foi aprovado e chegou a hora do plano completo, veja o guia do projeto de pesquisa nas normas ABNT (NBR 15287).
Todo pré-projeto — de TCC ou de seleção de pós — gira em torno das mesmas oito seções. Abaixo você encontra o que cada uma precisa conter e, mais importante, um exemplo redigido de verdade para cada uma delas, todos sobre o mesmo tema, para você ver como as partes se encaixam. Os exemplos servem de referência de tom e de estrutura: o conteúdo do seu pré-projeto é seu.
O tema é o assunto amplo que desperta o seu interesse; a delimitação é o recorte que torna esse assunto pesquisável. "Educação digital" é um tema — e é largo demais para caber em um TCC ou em 24 meses de mestrado. Delimitar significa definir população, lugar e período: quem será estudado, onde e quando. É esse recorte que separa um pré-projeto aprovável de uma ideia vaga.
Tema: educação digital.
Delimitação: o uso de ferramentas digitais no ensino de Matemática por professores do ensino médio de escolas públicas estaduais de Belo Horizonte, no período de 2023 a 2025.
Repare no que o recorte fez: definiu a população (professores de Matemática do ensino médio), o lugar (escolas públicas estaduais de Belo Horizonte) e o período (2023 a 2025). Com esses três limites, a pesquisa deixa de ser infinita e passa a ser executável.
Se o seu tema ainda estiver largo, três perguntas ajudam a fechá-lo: quem exatamente será estudado (curso, faixa etária, profissão)? Onde — uma cidade, uma instituição, uma rede? E quando — que intervalo de tempo os dados vão cobrir? Quando as três respostas couberem em uma frase, a delimitação está pronta.
Problematizar é transformar o tema delimitado em uma pergunta específica e respondível. É a seção mais importante do pré-projeto: tudo o que vem depois — objetivos, metodologia, cronograma — existe para responder a essa pergunta. Um bom problema de pesquisa não se responde com "sim" ou "não" nem exige dados impossíveis de obter; ele nasce diretamente da delimitação.
Problema de pesquisa: de que forma professores do ensino médio de escolas públicas de Belo Horizonte utilizam ferramentas digitais no ensino de Matemática?
Compare com a versão sem problematização — "como a tecnologia afeta a educação?" — e a diferença fica evidente: a primeira pergunta pode ser respondida com entrevistas e observação em escolas reais; a segunda renderia uma biblioteca inteira e nenhuma conclusão.
Antes de fechar a sua pergunta, teste-a contra quatro critérios: ela é específica (herda o recorte da delimitação)? É respondível com os dados a que você terá acesso? É aberta (não se resolve com "sim" ou "não")? E é relevante o bastante para sustentar a justificativa que vem a seguir? Se alguma resposta for "não", volte à delimitação — o problema quase sempre falha porque o recorte falhou primeiro.
A justificativa convence o leitor de que a pergunta merece resposta. As melhores respondem a três coisas, nesta ordem: relevância acadêmica (que lacuna da literatura o estudo preenche), relevância social (quem se beneficia dos resultados) e viabilidade (por que é possível concluir a pesquisa com o prazo e os recursos disponíveis).
A presente pesquisa justifica-se, em primeiro lugar, pela lacuna identificada na literatura: embora os estudos sobre tecnologia educacional no Brasil tenham crescido na última década, poucos investigam as práticas concretas de professores de Matemática da rede pública estadual em capitais como Belo Horizonte. Do ponto de vista social, os resultados poderão subsidiar programas de formação continuada e orientar a alocação de recursos tecnológicos nas escolas, beneficiando diretamente docentes e estudantes da rede. Por fim, o estudo é viável: a pesquisadora atua na rede estadual, o que facilita o acesso às escolas participantes, e a coleta de dados poderá ser concluída em quatro meses, conforme o cronograma proposto.
A regra é simples: um objetivo geral, que retoma o problema de pesquisa em forma de meta, e de três a cinco objetivos específicos, que são as etapas para alcançar o geral. Todos começam com verbo no infinitivo — os mais usados são identificar, descrever, analisar, comparar, avaliar e verificar. Um erro clássico é escrever objetivos específicos que não derivam do geral; se algum deles pudesse pertencer a outra pesquisa, corte.
Objetivo geral: analisar de que forma professores do ensino médio de escolas públicas de Belo Horizonte utilizam ferramentas digitais no ensino de Matemática.
Objetivos específicos:
- identificar as ferramentas digitais mais utilizadas pelos docentes em sala de aula;
- descrever as práticas pedagógicas associadas ao uso dessas ferramentas no ensino de Matemática;
- comparar o uso das ferramentas entre escolas com diferentes condições de infraestrutura tecnológica.
No pré-projeto, ninguém espera uma revisão de literatura completa — ela virá no projeto definitivo e no trabalho final. O que se espera é um referencial inicial e enxuto: de 5 a 10 autores e obras centrais que sustentam o estudo, apresentados em poucos parágrafos que mostram com quem a sua pesquisa vai dialogar. No exemplo da educação digital, entrariam os autores de referência em tecnologia educacional e ensino de Matemática, mais dois ou três estudos recentes sobre a rede pública. O objetivo é provar que você conhece a conversa acadêmica em que está entrando — não que já leu tudo.
O estudo dialogará com duas frentes principais da literatura. No campo da tecnologia educacional, apoia-se nas discussões sobre mediação pedagógica e cultura digital (MORAN, 2013; KENSKI, 2012), que fornecem o quadro conceitual para compreender o papel das ferramentas digitais na prática docente. No campo específico da Educação Matemática, parte dos trabalhos sobre informática no ensino de Matemática (BORBA; PENTEADO, 2001), complementados por estudos recentes sobre a rede pública brasileira publicados nos últimos cinco anos, que serão mapeados na revisão sistemática prevista no cronograma.
Note o padrão do exemplo: cada frente da literatura ganha uma frase, cada autor entra com citação no sistema autor-data e o parágrafo termina apontando para o que ainda será feito — exatamente o tamanho de compromisso que um pré-projeto deve assumir.
A metodologia descreve como a pergunta será respondida, em quatro decisões: o tipo de pesquisa (qualitativa, quantitativa ou mista), a abordagem (bibliográfica, documental, de campo ou estudo de caso), o universo e a amostra (quem participa e quantos) e os instrumentos (questionário, entrevista, observação, análise de documentos). Tudo redigido no futuro, porque a pesquisa ainda vai acontecer.
A pesquisa terá abordagem qualitativa, de caráter exploratório, e será desenvolvida como estudo de caso múltiplo. O universo será composto pelos professores de Matemática do ensino médio da rede estadual de Belo Horizonte; a amostra, intencional, reunirá doze docentes de quatro escolas com diferentes condições de infraestrutura tecnológica. Os dados serão coletados por meio de entrevistas semiestruturadas e de observação não participante das aulas, e serão tratados pela técnica de análise de conteúdo.
O cronograma distribui as etapas da pesquisa no tempo disponível e é a prova concreta de viabilidade. O formato consagrado é uma tabela de etapas por meses — simples de ler e impossível de fingir: se a coleta de dados ocupa uma semana ou a redação começa antes da análise, o orientador (ou a banca) percebe na hora. A forma mais segura de montá-lo é de trás para a frente: fixe a data de entrega, reserve o último mês para revisão e distribua as demais etapas no tempo que sobrar, com alguma folga para imprevistos.
| Etapa | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Revisão de literatura | ● | ● | — | — | — | — |
| Coleta de dados | — | ● | ● | — | — | — |
| Análise dos dados | — | — | ● | ● | — | — |
| Redação | — | — | — | ● | ● | — |
| Revisão final | — | — | — | — | ● | — |
| Entrega | — | — | — | — | — | ● |
No editor da Kodem, essa tabela já vem criada no capítulo de cronograma do modelo de pré-projeto — você só ajusta as etapas e os meses ao seu calendário.
A lista final reúne apenas as obras citadas no pré-projeto, formatadas conforme a ABNT NBR 6023:2018: sobrenome em maiúsculas, título em destaque, edição, local, editora e ano, em ordem alfabética. É a seção em que mais se perde ponto por descuido — vírgula fora do lugar, itálico faltando, ordem trocada. Para não montar cada entrada na mão, use o gerador de referências ABNT gratuito e cole o resultado pronto na sua lista.
Aqui vai um fato que quase nenhum guia conta: não existe norma ABNT específica para "pré-projeto". Na prática, o documento herda duas coisas. Da NBR 15287:2025 — a norma do projeto de pesquisa — vem a estrutura: tema, problema, objetivos, justificativa, metodologia, cronograma e referências. Do padrão geral ABNT vem a forma: papel A4, fonte tamanho 12 (Times New Roman ou Arial), espaçamento 1,5 entre linhas e margens de 3 cm à esquerda e no topo e 2 cm à direita e na base.
Citações no corpo do texto seguem a NBR 10520:2023 (sistema autor-data) e a lista final, a NBR 6023:2018. Se quiser entender como cada uma dessas regras se aplica na prática — e deixar que a plataforma as aplique por você no texto que você escreveu —, veja a página de formatação ABNT automática.
Para TCC de graduação, o intervalo usual é de 3 a 10 páginas — cada instituição fixa o seu limite no manual de trabalhos acadêmicos, e é ele que vale. Para seleção de mestrado e doutorado, os editais costumam pedir de 5 a 15 páginas, com a maioria concentrada entre 8 e 12; alguns programas mais enxutos limitam a 4 ou 6.
A regra de ouro é uma só: o edital (ou o manual) manda. Estourar o limite de páginas é motivo de desclassificação sumária em muitos processos seletivos — antes de escrever qualquer linha, leia o documento oficial e anote o limite, a fonte e o espaçamento exigidos. Na dúvida entre encher páginas e ser direto, seja direto: banca nenhuma reprovou um pré-projeto por ser claro e objetivo.
Sobre a distribuição interna, uma proporção equilibrada para um pré-projeto de oito páginas seria: uma página para tema, delimitação e problema; uma para a justificativa; meia para os objetivos; duas para o referencial teórico inicial; duas para a metodologia; e o restante para cronograma e referências. Não é regra, é ponto de partida — ajuste conforme o peso que o seu edital dá a cada seção.
No processo seletivo de pós-graduação, o pré-projeto (ou anteprojeto) deixa de ser uma formalidade e vira o item de maior peso da sua candidatura: é ele que a banca lê para decidir se você sabe o que quer pesquisar e se o programa é o lugar certo para isso. As seções são as mesmas do pré-projeto de TCC — o que muda é o rigor da leitura.
Uma preparação que rende mais do que qualquer manual: antes de escrever, leia duas ou três dissertações recentes defendidas na linha de pesquisa que você pretende disputar. Elas mostram o tamanho de problema que o programa considera viável, os métodos que a linha domina e os autores que a banca espera encontrar no seu referencial.
Três critérios decidem a maioria das notas. Primeiro, um problema bem delimitado: pergunta específica, recorte claro, nada de "estudar a educação no Brasil". Segundo, viabilidade em 24 meses — o prazo padrão do mestrado: a banca lê o cronograma se perguntando se aquela coleta de dados cabe no calendário real do curso, descontando as disciplinas do primeiro ano. Terceiro, e o mais negligenciado, aderência à linha de pesquisa: o seu projeto precisa conversar com o que o programa efetivamente pesquisa e com a produção dos professores que podem orientá-lo. Um pré-projeto excelente na linha errada é reprovado sem cerimônia.
A faixa mais comum vai de 5 a 15 páginas, e a maior parte dos editais se concentra entre 8 e 12. Há exceções nos dois sentidos: programas que pedem anteprojetos de 4 a 6 páginas e outros que aceitam até 20. O número exato, a estrutura exigida e até o nome do documento variam de edital para edital — leia o seu antes de tudo e siga-o à risca, inclusive na formatação.
Muitas seleções pedem os dois documentos, e confundi-los custa caro. A distinção é simples: a carta de intenção fala de você — trajetória, motivações, por que aquele programa —, enquanto o pré-projeto fala da pesquisa — problema, objetivos, método, prazo. Se a sua carta descreve metodologia ou o seu pré-projeto conta a sua história de vida, algo está no lugar errado. Escreva cada um com o seu foco e deixe que se complementem: a carta explica por que você é a pessoa certa para executar o que o pré-projeto propõe.
Aqui, "modelo pronto" significa estrutura pronta — não texto pronto. Ao escolher o tipo pré-projeto no editor, os capítulos já nascem criados: Introdução, Justificativa, Objetivos, Metodologia e Cronograma, com a tabela de etapas por meses montada para você adaptar. Você preenche cada seção com o seu texto e a plataforma cuida da formatação ABNT — margens, fonte, espaçamento, citações e referências.
São três passos: abra o editor e escolha o tipo pré-projeto; preencha as seções com o texto que você escreveu, na ordem que preferir; e veja o documento formatado nas normas em tempo real. Gostou do resultado? Baixe o arquivo final em Word. Não gostou? Descarte sem pagar nada.
Grátis para montar e formatar. R$ 5 só para baixar o .docx. Sem assinatura, sem cadastro para começar.
Depende do contexto. Para TCC de graduação, o comum é entre 3 e 10 páginas, conforme o manual da instituição. Em seleções de mestrado, os editais costumam pedir de 5 a 15 páginas — sendo 8 a 12 o intervalo mais frequente. Na dúvida, quem manda é sempre o edital ou o manual da sua faculdade.
O pré-projeto é um esboço inicial e flexível, usado para aprovar o tema com o orientador ou concorrer a uma vaga em programa de pós-graduação. O projeto de pesquisa é o plano detalhado e definitivo do estudo, regido pela ABNT NBR 15287. Na prática, o pré-projeto aprovado evolui para o projeto completo.
É o processo de transformar um tema amplo em uma pergunta específica e respondível, com recorte claro de população, lugar e período. Em vez de "educação digital", por exemplo, pergunta-se de que forma professores do ensino médio de escolas públicas de Belo Horizonte utilizam ferramentas digitais no ensino de Matemática.
Uma boa justificativa responde a três perguntas: por que o tema é relevante academicamente (qual lacuna da literatura ele preenche), por que é relevante socialmente (quem se beneficia dos resultados) e por que a pesquisa é viável (prazo, acesso aos dados e recursos disponíveis). Um parágrafo bem construído para cada resposta costuma ser suficiente.
Defina um objetivo geral, que retoma o problema de pesquisa, e de três a cinco objetivos específicos, que funcionam como etapas para alcançá-lo. Todos começam com verbo no infinitivo: identificar, descrever, analisar, comparar, avaliar, verificar.
Quase sempre, sim. O cronograma mostra que a pesquisa é exequível no tempo disponível. Em seleções de mestrado, a banca verifica se o planejamento cabe nos 24 meses do curso — cronogramas irreais estão entre os motivos mais comuns de reprovação.
Sim, mas em versão inicial e enxuta: de 5 a 10 autores e obras centrais que sustentam o estudo. A revisão de literatura completa fica para o projeto definitivo e para o trabalho final.
Não existe uma norma ABNT exclusiva para pré-projeto. Na prática, ele herda a estrutura da NBR 15287 (projeto de pesquisa) e a formatação-padrão ABNT: papel A4, fonte tamanho 12, espaçamento 1,5 e margens de 3 cm (superior e esquerda) e 2 cm (inferior e direita).
Depende da abordagem. Em pesquisas quantitativas, a hipótese é comum e costuma ser esperada pela banca. Em pesquisas qualitativas, trabalha-se em geral com perguntas de pesquisa no lugar de hipóteses. Verifique o que o seu manual ou edital pede.
Não. O Kodem é uma ferramenta de formatação e estruturação: a ideia, a pesquisa e o texto são seus. A plataforma organiza as seções, aplica as normas ABNT e gera o arquivo final — não escrevemos nem vendemos trabalhos acadêmicos.
Monte seu pré-projeto agora com a estrutura pronta e a formatação ABNT aplicada. Aprovou? Evolua para o projeto de pesquisa completo e depois para o TCC — tudo no mesmo editor, sem recomeçar do zero.
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